26 de novembro de 2013

LAGARTA HELICOVERPA


A Helicoverpa spp é uma espécie de lepidóptero cujas lagartas têm atacado as plantações de algodão, milho, milheto, soja, sorgo e feijão.


  • Adulto – Mariposa com aproximadamente 18 mm de comprimento e aproximadamente 35 mm de envergadura. Asas anteriores de cor castanha com uma mancha escura no centro e uma franja externa na ponta.
  • Ovos – Cor branca ou creme, tornando-se pardo um dia após a postura.
  • Lagarta – As lagartas recém eclodidas são de cor creme. Totalmente desenvolvidas chegam a medir de 41 a 50 mm de comprimento. Sua cor quando crescida varia entre o amarelo, verde, laranja ou vermelho e quase preto. Sua cabeça é amarela ou marrom.
  • Pupa – Marrom, brilhante e escura, medindo aproximadamente 20 mm.


PRIMEIROS FOCOS:

Os primeiros focos da Helicoverpa spp foram observados na Bahia, atingindo o sul do Maranhão e sul do Piauí em 2012.

No princípio, se pensou que era a Heliothis spp (lagarta das maçãs do algodão) e muito tempo e dinheiro foram gastos até se chegar ao diagnóstico correto, que só veio cerca de 30 a 50 dias após o primeiro registro da praga.


POSSÍVEIS CAUSAS:

  • Desequilíbrio climático caracterizado por uma longa seca;
  • Esquema de diversificação e sucessão de culturas muito favorável à Helicoverpa spp, no atual modelo de produção;
  • Retirada do inseticida Endosulfan do mercado pode ter favorecido o descontrole da praga no algodão;
  • Reduzida eficiência dos inseticidas comerciais atuais;
  • Produtores sem assistência agronômica de qualidade atrasaram o início do controle da praga em suas propriedades.

Fonte: Informativo Helicoverpa -  http://aiba.org.br/pagina-helicoverpa/publicacoes/informativo-helicoverpa-aiba.pdf

Ocorrência de Helicoverpa armigera no RS

Estas lagartas foram criadas em laboratório e após a emergência, os adultos foram enviados para identificação taxonômica por especialista deste grupo de insetos da Embrapa Cerrados.



A Superintendência Federal de Agricultura do RS oficializou ontem, dia 19, as primeiras ocorrências confirmadas de Helicoverpa armigera no RS. As lagartas para identificação foram coletadas por pesquisadores da UFSM, UPF e Embrapa Trigo, em lavouras de soja da safra 2012/2013, localizadas nos municípios de Espumoso, Carazinho e Passo Fundo. Estas lagartas foram criadas em laboratório e após a emergência, os adultos foram enviados para identificação taxonômica por especialista deste grupo de insetos da Embrapa Cerrados.

Diante desta confirmação, o MAPA/RS estará realizando, nesta quinta-feira dia 21 de novembro na sede Superintendência Federal de Agricultura do RS, reunião com especialistas da área de entomologia das principais instituições de pesquisa, ensino e extensão, como Emater, SEAPA, Embrapa Trigo, UFSM, UFRGS, UPF, Embrapa de Pelotas, Laboratórios de identificação, dentre outras, visando discutir e harmonizar ações para o monitoramento e controle da praga, sob a coordenação do MAPA/RS.

É importante ressaltar que até o momento não há relatos de prejuízos em lavouras do RS, semelhantes àqueles observados em outras regiões do Brasil com características e clima diferenciados. Portanto, segundo o Superintendente Federal de Agricultura do RS, Francisco Signor, não há motivos para criar um clima de bioterrorismo ou paranoia junto aos produtores, mas sim juntamente com os técnicos, definir estratégias e harmonizar as informações e ações a serem tomadas sob o ponto de vista técnico.




Para saber mais:




LAGARTA-VERDE: Opsiphanes sp.

Resolvi publicar alguma coisa referente a esta bela lagarta, especialmente após um comentário deixado no blog referente à postagem da Lagarta-do-coqueiro.

Pesquisei bastante, mas encontrei pouco material sobre a lagarta abaixo:


Quanto a identificação, arrisco-me somente ao gênero: Opsiphanes.

Existem várias espécies e subespécies bastante semelhantes, mas todas inofensivas. Algumas alimentam-se de coqueiros, especialmente o gerivá, outras de palmeiras e até mesmo de helicônias.

Há algum tempo surgiu uma na minha casa, peguei-a delicadamente e coloquei no coqueiro do vizinho, hehehehehe... Fotografei a interação com a mesma para comprovar que é inofensiva, quando encontrar as fotos, publico aqui neste post.

Abaixo imagens de adultos de uma das espécies de Opsiphanes: 



http://ppbio.inpa.gov.br/sites/default/files/Guia_borboletas.pdf

3 de novembro de 2013

RESÍDUOS A CÉU ABERTO

Na maioria das cidades brasileiras os resíduos são jogados em terrenos sem nenhum tipo de tratamento

Se imaginarmos as cidades como grandes organismos vivos não é difícil pressupor que, como tal, consomem energia e matéria para se manterem em funcionamento. Depois de consumida, a maior parte dela torna-se lixo. Se nos ambientes naturais os dejetos são reciclados por cadeias de organismos decompositores, como bactérias e fungos, em ambientes urbanos as cadeias alimentares de decompositores têm pouca eficiência. Além disso, a maior parte dos materiais rejeitados pelas sociedades humanas, como papel, vidro, metais e plástico, é de difícil decomposição. Somam-se a isso uma crescente população urbana e uma sociedade cada vez mais voltada para o consumo, e tem-se uma quantidade de rejeitos que ultrapassa muito a capacidade de os serviços públicos darem um destino adequado.

Nesse metabolismo urbano, em média, cada pessoa produz em torno de 1 quilo de lixo por dia. Só a cidade de São Paulo produz mais de 10 mil toneladas de lixo/dia. Problemas como a violência, os transportes coletivos e a educação pública formam um quadro bastante complexo para as grandes cidades e seus gestores. Por isso é fundamental uma mudança cultural na população, atuando conjuntamente com os poderes constituídos para a resolução dos problemas das cidades.

Redução, reutilização e reciclagem 
No caso específico do lixo, há anos vem se bradando o slogan dos 3 Rs (Reduzir, Reutilizar e Reciclar) para a diminuição da quantidade de lixo produzido. Mais que palavras de ordens, se pretendem operar na sociedade uma consciência coletiva que estimule cada cidadão a reduzir a quantidade de lixo produzido, reutilizar materiais em seu cotidiano e reciclar produtos que podem ser transformados em elementos para outra utilidade.

No Brasil, muitas cidades têm desenvolvido interessantes programas de coleta seletiva, visando à reutilização e à reciclagem da matéria. No entanto, seja pela falta de hábito da população, seja pela ineficiência da gestão desse processo, muitas dessas iniciativas têm baixa eficiência ou são paralisadas quando feitas as trocas de governantes.

Na cidade de São Paulo, por exemplo, o sistema de coleta seletiva de lixo consegue reciclar aproximadamente 10 gramas/dia por habitante, correspondendo a 1% do lixo produzido na cidade. A população de Porto Alegre, cujo programa de reciclagem é considerado modelo, consegue separar para reciclagem cerca de 50 gramas/dia por habitante, cinco vezes o índice de São Paulo. Em Estocolmo, na Suécia, cada habitante recicla, em média, 400 gramas de lixo por dia, 40 vezes mais que o cidadão paulistano.

Parceria comunidade e governantes 
Um modo de encaminhar o problema do lixo é criar um serviço de coleta em parceria entre a comunidade e a prefeitura. Uma experiência muito interessante desenvolveu-se na cidade do Rio de Janeiro no projeto Favela Limpa, uma parceria entre a prefeitura e associações de moradores de quase 400 favelas. Eles desenvolveram uma forma criativa de coletar o lixo, retirar entulhos, limpar valas e encostas e desobstruir ralos e sarjetas, entre outros serviços, empregando pessoas da própria comunidade – chamadas de trabalhadores comunitários. Cerca de 2 mil trabalhadores participaram do projeto, atendendo mais de 1 milhão de habitantes. A Companhia de Limpeza Urbana da cidade do Rio participava com orientação e supervisão técnica, treinamento dos trabalhadores e cobrança do serviço, e a Associação de Moradores era responsável pela contratação e gestão do serviço. No momento, essa experiência está sendo reavaliada para que não seja descontinuada.

Gerando energia do lixo 
É possível também construir usinas que gerem energia a partir de lixo. O potencial brasileiro para gerar energia elétrica a partir de resíduos sólidos poderia aumentar a atual oferta do País em 50 milhões de megawatts/hora por ano, 15% do total hoje produzido. Usar o lixo para gerar energia não é apenas uma solução econômica, traz benefícios sociais e ambientais. Pode gerar empregos e contribuir para minimizar problemas de saneamento e saúde pública.

A formação do chorume 
Já em nossas casas é possível perceber um desagradável produto gerado pela decomposição do lixo. A parte orgânica dos dejetos inicia um rápido e intenso processo de decomposição, inicialmente aeróbia (com o uso do oxigênio). Com a extinção do oxigênio presente no lixo, inicia-se a decomposição anaeróbia (sem o uso do oxigênio). Como resultado da decomposição bacteriana do lixo, gases, entre eles o metano, são liberados, bem como um líquido denominado chorume. É comum ver esse líquido pingando nos caminhões de coleta ou no fundo das latas de lixo. 

Destinos do Lixo: as práticas mais comuns 
Como resultado das atividades humanas os rejeitos devem ser transportados para outras localidades. Alguns desses destinos são os depósitos clandestinos de lixo, os lixões e os aterros. Veja a seguir a diferença entre cada um deles:

Depósitos clandestinos de lixo 
O material recolhido é depositado em áreas impróprias, a céu aberto e sem nenhum planejamento. Os subprodutos da decomposição bacteriana são lançados e contaminam as imediações desses depósitos. Os gases espalham-se pelas camadas mais baixas da atmosfera, o chorume infiltra-se no solo, podendo atingir e contaminar as águas subterrâneas, tornando-as inapropriadas para uso. Associados aos depósitos de lixo proliferam ratos e insetos, os quais, devido ao seu alto potencial reprodutivo dispersam-se por áreas relativamente amplas. É muito comum também o despejo do lixo em córregos ou terrenos baldios pela população de periferias que não recebem atenção quanto à coleta ou educação municipal. De fato, 20% da população brasileira ainda não conta com serviços regulares de coleta.

Lixões 
Também são depósitos de lixo, sem nenhum tratamento, com a diferença de que são autorizados pelas prefeituras. No Brasil, a falta de uma política ambiental efetiva permitiu por várias décadas que a disposição de resíduos sólidos de origem doméstica e industrial, muitas vezes classificados como resíduos perigosos, fosse feita de maneira descontrolada e sem fiscalização. Cerca de 80% dos municípios depositam seus resíduos em lixões, perfazendo 1,5 mil desses depósitos espalhados por todo o seu território. Assim, os depósitos clandestinos causam poluição do solo, das águas que bebemos e do ar, pois as queimas espontâneas são constantes. O lixão traz ainda mais um problema: atraem a população mais carente e desempregada, que passa a se alimentar dos restos e a sobreviver dos materiais que podem ser vendidos. 

Aterros sanitários 
Cerca de 13% dos municípios destinam seus resíduos a aterros sanitários. Neles, o lixo sólido é depositado em áreas planejadas. O lixo comum e os entulhos devem ir para aterros sanitários quando não há mais a possibilidade de reciclagem ou reutilização. Os aterros são basicamente locais onde os resíduos são confinados no solo, livre do contato com o ar e cobertos com uma camada de terra. O terreno é impermeabilizado para permitir que os líquidos e os gases resultantes da decomposição que esses resíduos sofrem embaixo da terra (principalmente por bactérias) sejam drenados e tratados, para evitar a contaminação do ambiente. Apesar disso, muitos aterros sanitários não foram construídos de acordo com os padrões técnicos, comprometendo o solo e os recursos hídricos.

Métodos para tratar o lixo 

1) Incineração: neste método o lixo é queimado em fornos, reduzindo-se a cinzas minerais, às quais podem ser reutilizadas na indústria. Há muito poucos incineradores funcionais nas cidades brasileiras, os quais ainda não foram eleitos como um método eficaz para tratar grandes quantidades de lixo produzidas diariamente nas grandes cidades e metrópoles. Além de serem processos muito dispendiosos, os gases expelidos durante a queima do lixo devem ser devidamente tratados na unidade de incineração, antes de serem liberados. A incineração é um tipo de tratamento para, por exemplo, lixo hospitalar, que depois vira cinza e esta vai para os aterros sanitários. 

2) Reciclagem: a triagem e a reciclagem são tratamentos para alguns tipos de rejeitos, como papéis, plásticos, vidros ou metais. A triagem é um tratamento necessário para a reciclagem, e a reciclagem é um tratamento necessário para a fabricação de produtos feitos com a matéria-prima presente no lixo.

3) Usinas de compostagem: neste procedimento, apenas o lixo orgânico é concentrado em locais previamente definidos e constantemente revolvido, a fim de que o processo de decomposição seja predominantemente aeróbio, sem a produção dos gases de metano e do chorume. Como produto deste tratamento, resulta um composto orgânico rico em nutrientes o qual é reutilizado para fertilizar áreas agrícolas. Com este processo, pode-se aproveitar também toda a parcela não orgânica do lixo, como plásticos, vidros, metais, e também o próprio papel e derivados de celulose, através da reciclagem, a qual pode reduzir significativamente a quantidade e o volume do lixo. Logicamente, este procedimento traz divisas econômicas com o uso do composto produzido e a reciclagem de materiais.

4) Resíduos tóxicos: o lixo hospitalar também pode passar por tratamentos como microondas e autoclavagem e depois serem encaminhados a aterros sanitários ou valas sépticas. Outros resíduos tóxicos podem passar por tratamento prévio, como blindagem e encapsulamento, e são encaminhados para o seu destino final que são os aterros especiais.


PLANTAS CARNÍVORAS - TEXTO E ATIVIDADES

PLANTAS  CARNÍVORAS
TEXTO  SURPRESA

        

O texto abaixo fala um pouco sobre as plantas carnívoras. Nele, há algumas palavras que foram retiradas e podem ser encontradas no caça-palavras que se segue.

Pode ficar tranqüilo, que elas não comem _______. Apesar do nome, também não comem _______. As plantas carnívoras gostam mesmo é de um bom inseto, seja uma mosca apetitosa, um gafanhoto gostoso, um delicioso besouro ou uma borboleta docinha. Existe uma única exceção: a Nepenthes rajah, que vive em Bornéu, na ____________. Essa pode ser considerada uma verdadeira planta carnívora: devora passarinhos, lagartos e até pequenos ________!

Algumas das plantas ___________ têm uma arma super poderosa na caça aos insetos: o perfume de seu néctar. Quando um inseto é atraído pelo ___________ e se aproxima, a danada da flor aprisiona o coitadinho com gotas de uma substância gosmenta.

Outras espécies de plantas carnívoras atraem insetos pelo brilho dessas substâncias. Há ainda aquelas mais ousadas, que fecham suas _________ com grande rapidez, engolindo os pequenos bichos como se fechassem uma bocarra.

As plantas carnívoras então envolvem o animal com substâncias digestivas produzidas por uma glândula especial que só elas produzem. No processo de digestão, elas retiram de suas vítimas os elementos de nutrição que não encontram no _______, de onde as raízes normalmente tiram o sustento dos vegetais.

Os cientistas acreditam que as plantas carnívoras sejam espécies muito ___________, de até 65 milhões de anos. Hoje, elas correm o risco de __________. A dificuldade de capturar insetos em certos ambientes pode levá-las à extinção.


( adaptado de www.canalkids.com.br )

  
    

Procure as palavras que faltam e escreva-as no lugar correto do texto, de modo que o mesmo tenha sentido:

U
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C
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R
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I

           Responda as seguintes perguntas, sobre o texto das plantas carnívoras:

1. Qual é o alimento mais consumido pelas plantas carnívoras?
R: _______________________________________________________
_________________________________________________________

2.Qual é a única planta carnívora capaz de se alimentar com animais vertebrados?
R: _______________________________________________________

3. De quantas e quais formas a planta carnívora captura suas ‘vítimas’?
R: _______________________________________________________
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

4. Por que as plantas carnívoras são parte de uma espécie que pode desaparecer?
R: ____________________________________________________________________________________________________________________






DIFERENÇAS ENTRE JABUTIS, CÁGADOS E TARTARUGAS

Os quelônios são animais pertencentes ao grupo dos répteis que têm por característica estarem confinados dentro de uma carapaça. Nesse grupo, encontramos os jabutis, cágados e tartarugas. Esses animais apresentam muitas semelhanças, entretanto são seres muito diferentes. Vamos conhecer essas diferenças?

Primeiramente vamos falar do jabuti. Esse animal é um réptil exclusivamente terrestre. Seu casco é alto e suas patas são cilíndricas, lembrando patas de elefantes, além de apresentarem unhas. Ele alimenta-se de frutas, verduras e carnes. Em razão de sua dieta ser baseada em animais e vegetais, ele é chamado de onívoro. Outra característica importante é seu pescoço, que é retraído verticalmente.



Os jabutis apresentam patas cilíndricas e casco alto


Os cágados diferenciam-se dos jabutis por serem animais de água doce, entretanto, eles também vivem na terra. Suas patas são dotadas de membranas interdigitais, ou seja, entre os dedos, que facilitam a natação desses animais. Há também presença de unhas que facilitam a locomoção na terra. Seu casco é mais achatado quando comparado ao jabuti. A grande maioria é carnívora, mas existem espécies onívoras. Eles possuem a capacidade de dobrar seu pescoço lateralmente.


Os cágados apresentam casco achatado e patas com membranas interdigitais


Já as tartarugas são geralmente marinhas, mas existem espécies de água doce. Esses animais só vão a terra para a desova. Suas patas são como remos, facilitando assim a sua natação. Diferentemente dos cágados, elas não possuem a capacidade de esconder o pescoço lateralmente, além de este ser menor. As tartarugas possuem alimentação variada, como peixes, águas-vivas, esponjas, camarões, entre outros.



As tartarugas apresentam patas que se assemelham a remos


Podemos perceber, portanto, que esses três quelônios diferem-se principalmente pelo habitat. Podemos diferenciá-los também através das características das patas, cascos e pescoço.


Lembre-se de que esses animais só podem ser criados com autorização do Ibama! Ao comprá-los em pet shops, exija a nota fiscal com o registro do instituto.